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11/03/2025 18:42 (UTC)

MARADONA JUSTIÇA

Foto inédita de Maradona no leito de morte é exibida no julgamento

Buenos Aires, 11 mar (EFE).- Uma impactante fotografia inédita de Diego Armando Maradona, prostrado em uma cama e tirada no contexto de sua morte, foi mostrada nesta terça-feira por um dos promotores durante a primeira audiência do julgamento sobre a morte do craque argentino.

A imagem mostra Maradona antes de morrer ou recém-falecido, como o promotor não esclareceu, onde aparece muito inchado e entubado. A foto foi aparentemente tirada em 25 de novembro de 2020, dia em que ele morreu.

“Foi assim que Maradona morreu”, disse Patricio Ferrari, procurador-geral adjunto do tribunal de San Isidro, cidade nos arredores de Buenos Aires, ao mostrar a fotografia.

Ele fez isso no final de sua argumentação, quando se aproximou dos juízes Verónica Di Tommaso, Maximiliano Savarino e Julieta Makintach, do Juizado Criminal nº 3 de San Isidro, com a foto na mão.

O momento impactou o público presente, especialmente suas três filhas. Uma delas, Giannina, cobriu o rosto para não ver o pai naquele estado.

"A verdade é um direito. Hoje Diego Armando Maradona, seus filhos, seus familiares e o povo argentino merecem justiça", disse Ferrari sobre a situação em que o famoso jogador de futebol morreu, ou seja, em uma casa com médicos particulares e não em uma clínica ou hospital.

"Eles assumiram voluntariamente esse papel na hospitalização domiciliar, deixando de cumprir todas as suas obrigações", disse sobre os profissionais que atenderam o craque.

Ferrari acusou médicos e outros profissionais de terem abandonado Maradona em seus últimos dias ao não tomarem medidas adequadas para ajudá-lo.

O julgamento começou hoje por volta das 10h45 (hora local) com a presença de sete réus e das filhas do craque argentino: Dalma, Giannina e Jana.

Os acusados ​​por homicídio simples com dolo eventual são o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov, o psicanalista Carlos Díaz, a médica e coordenadora da empresa Swiss Medical, Nancy Forlini; o médico Pedro Di Spagna, o coordenador de enfermagem Mariano Perroni e o enfermeiro Ricardo Almirón.

Também é acusada a enfermeira Dahiana Madrid, que solicitou um julgamento com júri e será julgada em um processo separado, razão pela qual ela não está presente nesta audiência.

Diego Armando Maradona morreu aos 60 anos de insuficiência respiratória e parada cardíaca "em uma situação de desamparo" e "abandonado à própria sorte", segundo os promotores Patricio Ferrari, Cosme Iribarren e Laura Capra, responsáveis ​​pela investigação.

IMAGEM: SUPREMA CORTE DA PROVÍNCIA DE BUENOS AIRES.

IMAGENS APOIOS FOTO INÉDITA DE DIEGO ARMANDO MARADONA PROSTRADO EM UMA CAMA.

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